Mais
um projeto de lei polêmico deve ser analisado pelos vereadores
quando do retorno do recesso parlamentar (férias) no início de
fevereiro. Primeiro, veio a público o projeto que o prefeito
Eugênio Pinto enviou à Câmara, no final de dezembro, pedindo
autorização para contrair empréstimo de 26 milhões de reais para
realizar obras (no seu último ano de mandato). A proposta ficou
também para fevereiro.
Agora,
a outra polêmica se refere a projeto de lei que a Prefeitura de
Itaúna pretende doar área institucional no bairro Olímpio Moreira
II (bairro recém-concluído) a uma empresa de terraplenagem.
O
projeto está nas mãos do vereador neidista Gleisinho de Faria para
dar parecer nas Comissões da Câmara. O também vereador neidista
Toinzinho do Sô João foi procurado por moradores e donos de lotes
do citado bairro, preocupados com o local, caso a proposta venha a
ser aprovada. É que o local a ser doado, área de 5.487m2 é
reserva legal – área institucional – que o loteador deixa para
a Prefeitura para ser utilizada na construção de escola, creche,
posto de saúde, conselho comunitário. O governo Eugênio Pinto
está sendo acusado de querer doar "área institucional" -
garantem os denunciantes – a uma empresa que pode vir a usar o
local para "fazer desaterro". O jornal recebeu denúncia
por escrita feita por "proprietários de lotes e moradores do
bairro Olímpio Moreira" (próximo ao rio São João, acima do
pontilhão).
O
caso deve repercutir na Câmara " caso seja aprovada",
ressaltou um indignado cidadão, que é advogado, "moveremos
uma ação popular contra a doação".
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